Era mais um domingo, estávamos na chácara de nossa família, eu, meu irmão e mais quatros primos nossos(3 mulheres e 1 homem), fomos passar o final de semana como sempre fazíamos, só que dessa vez fomos só nós, os primos, nossos pais não foram devido a uma festa religiosa na cidade que iam participar.
Já passava de meio dia, até a hora do almoço eu e minhas primas ficamos nos bronzeando na piscina, enquanto os meninos foram ao futebol organizado pelos garotos moradores dos sítios circunvizinhos. No almoço todos se reuniram, e depois bateu aquele sono em todo mundo, cada um foi tentar tirar aquele cochilinho que é de lei nas redes da varanda ou até nas próprias camas. Pra nossa surpresa o tempo começou a fechar, nuvens carregadas se formaram, dando sinal que logo viria uma baita chuva. Como era folga do caseiro, meu irmão ficou responsável pra desligar todo o sistema de abastecimento de água das plantações de banana da nossa propriedade que ficava a uns 4 Km da casa, e tinha que ir antes de irmos embora pra cidade, ele percebendo que viria chuva e que já eram 2:30 da tarde e nos disse que ia lá fechar e voltar antes da chuva começar, foi quando lembrei que tinha que pegar uns doses e compotas que a senhora da propriedade vizinha nos presenteou para que levássemos aos nossos pais, falei que iria com meu irmão, entramos na pick-up e fomos, enquanto nossos primos ficaram de arrumar toda bagunça e as malas.
Ao chegarmos lá já tinha começado a cair os primeiros pingos da chuva, a casa de máquinas onde estava a caixa de comandos do sistema de irrigação era pequena (uns 20 m²) e deu muito bem pra gente se abrigar enquanto a chuva caia, ainda não tinha ido lá depois que tudo passou a ser digital, meu irmão me explicou como funcionava e pediu que desligasse enquanto ele ia buscar umas peças no carro que deveriam ficar na casa de máquinas, enquanto isso fiquei a desligar e observar atentamente cada parte dos painéis eletrônicos enquanto a chuva caia lá fora.
Meu irmão foi e entrou sem que eu notasse e me encouxou por trás, senti aquele volume duro roçando em minha bunda, enquanto ele disse: ESTAMOS SÓS, DÁ TEMPO UMAZINHA PATRICIA, VEM! NOSSAAAA! Aquilo me excitou em fração de segundos, mas falei: NÃO RUBENS! TEMOS QUE VOLTAR, ESTÃO NOS ESPERANDO! Ele me respondeu enquanto me enrabava: COM ESSA CHUVA E VC GOSTOSA DESSE JEITO? NÃO VAMOS A LUGAR NENHUM! Estava excitada, foi quando ele me puxou de frente e me beijou ardentemente, nossas línguas se entrelaçavam entre beijos e amassos, me deixou completamente nua enquanto me dizia coisas obscenas, foi quando ele viu folhas verdes de bananeiras espalhadas no canto da casinha no chão, me deitou nelas, abriu minhas pernas e começou a pincelar sua língua quente e áspera na minha bucetinha, NOSSAAA! Aquilo era o máximo, a chuva caia, sentia o prazer dentro de mim, do umbigo até minha bucetinha Rubens lambia tudo, dava tapinhas, me deixando louca. Foi quando ele puxou um pacote de camisinhas do bolso, ao sair pra buscar as tais peças que disse que iam ficar na casinha, na verdade ele foi buscar camisinhas que ele sempre guardava no carro, QUE SAFADOO!
Ele pediu que colocasse a camisinha nele, e assim fiz, comecei a bater uma punheta nele peguei uma camisinha(tipo uva) e fui encapando seu pau duro como o piso daquele chão, ele já gemia de tesão dizendo: VEM MANINHA, VEM METER COMIGO! VEM!
Me colocou de quatro naquele chão coberto por folhas de bananeira e começou a roçar a cabeça do seu cacete em minha xaninha, já tava bem molhadinha, foi quando aos poucos ele começou a me invadir com aquele picão duro e grosso dentro de mim, não agüentei e gritei muito: AINHH! AINHH! DELICIA! ISSO! METE! Ele me segurava pelas ancas enquanto metia num ritmo gostoso, podia sentir cada cm daquele mastro deslizando minha buceta a dentro, curtia a sensação, NOOSSA!! Aquele cheiro de uva da camisinha, aquele cheiro de chuva, meu irmão gemendo de tesão, me sentia a mais satisfeitas das mulheres.
Rubens depois de alguns minutos me colocou pra cavalgar em seu cacete, continuava a gemer de tanto tesão, eu gemia e gritava de tesão, enquanto me espetava naquele pau duro, senti meu corpo formigar de tanto desejo e comecei a gozar: AAAAINNNHHH! QUE GOSTÔOOOSO! AINHH! Subia e descia naquela pica deliciosa, quando descia começava a rebolar com o pau todo dentro de mim, naquilo meu irmão não agüentou muito e gozou gritando: OOHHH CARALHÔOO! QUE SAFADA EM VC! Senti ele gozando dentro enquanto me segurava todo enrijecido de tanto prazer.
A chuva não parava de cair, aumentava cada vez mais, enquanto ali sobre as folhas nos beijávamos, trocávamos caricias ainda nus esperando a chuva passar, foi quando depois de alguns minutos fui na janelinha da casa ver mais de perto a chuva cair e ver se estava diminuindo, que nada! Estava era aumentando cada vez mais, falei pra Nelson que tão cedo a chuva não pararia e me sentei junto dele nas palhas, foi quando ele falou: JÁ QUE NÃO DÁ PRA IRMOS NESSA CHUVA POR ESSAS ESTRADAS RUINS, VAMOS NOS ENTRETENDO POR AQUI! E foi me beijando novamente, passando a mão por minha bucetinha e começamos os amassos novamente, foi quando aos poucos ele foi começando a lamber minha xaninha de novo e começou a lamber também, outra coisa, MEU CUZINHO!!!
Senti aquela língua áspera roçar meu cuzinho e ele começou a enfiar um dedo dentro, foi quando me levantei assustada dizendo: AI NÃO RUBENS! POR TRÁS NÃO! Ele me perguntou porque não, eu falei que não porque doía muito,ele perguntou se já tinha tomado no cuzinho, eu falei que uma vez meu primeiro namorado ainda chegou a tentar colocar a cabeçinha, mas não agüentei e não dei, e falei: SE A DELE ERA PEQUENA E COLOCOU SÓ UM POUQUINHO DOEU? IMAGINA A SUA? O safado riu, me beijou, começou a me acariciar e me tranqüilizou de que se doesse e eu pedisse pra parar ele parava, concordei (na verdade queria saber a sensação tão conhecida ?de tomar no cu? mesmo), ele foi acariciando, colocou 1,2 dedos, cuspia no reguinho, voltava a acariciar, mesmo sendo incomodo aqueles dedos dentro do meu reguinho, comecei a ficar excitada, foi quando ele falou: VOU METER PRINCESINHA! Ele novamente me colocou de quatro, colocou a camisinha, e senti ele pincelar novamente com seu caralho, abriu minhas nádegas e começou a forçar a entradinha, senti aquele volume bem pouquinho dentro de mim, ele perguntou: TÁ DOENDO? TÁ VENDO? NÃO DOE! VOU COLOCAR SÓ MAIS UM POUQUINHO! Até hoje eu me lembro dessa ultima palavra que disse ?pouquinho? e depois ao segurar minhas ancas cravou seu cacete grosso e avantanjado no meu cuzinho de uma vez só, no mesmo instante gritei: AIIIIIINNN! RUBENS TIRA! TIRA! ME RASGOU, ME RASGOU!!! Confesso que ali fiquei zonza, a chuva caia e eu não escutava, a dor era tamanha que após gritar, parecia que meu fôlego tinha ido embora, não tinha mais força pra gritar, tremia suada sentindo aquele cacete grosso estocado dentro de mim, tinha a sensação que seria partida em duas, ele só gemia e dizia: CALMA MINHA DELICIA, CALMA! AHHHH!!! Aos poucos foi tirava (o que me aliviava) e depois colocava tudo de novo (o que me doía até na alma), e assim ficou, bombando devagar por alguns minutos, eu só gemia baixinho, mas aos poucos, aquele gemido de dor foi sendo trocado por gemidos de tesão!
Aos poucos o ritmo das estocadas dele aumentava, metia gostoso seu cacete duro até o tronco, onde pude sentir o roçar dos seus pentelhos nas paredes de minha bunda. Logo em seguida me colocou pra cavalgar nele novamente, só que dessa vez metendo no meu cu. Me estrepava toda naquela cacete latejante, até embaixo, aos poucos fui aumentando a velocidade, aumentando, até quando dei por mim já estava gemendo e dizendo obscenidades: METE MANO, METE NA TUA IRMÃ VADIA! METE! AIIIHNN! Ali me senti verdadeiramente uma puta, uma vadia, foi quando meu irmão disse que ia gozar de novo, ele grunhiu igual um selvagem e gozou no meu cuzinho, só ai percebemos que a camisinha tinha rasgado e de fato meu cuzinho estava cheio da porra dele, QUE DELICIA!!! Ficamos ali deitados, entregues ao gozo e esperando a chuva passar.
Nisso, saímos da casa de máquinas perto das 5 horas da tarde, a chuva não passara completamente, mais estava o suficiente para irmos com a pick-up sem nenhum risco. Ao chegarmos na casa nossas primas perguntaram por os doces e compotas que iríamos buscar, até pra nosso espanto, tínhamos esquecidos, foi quando falei e menti dizendo que a chuva tinha nos impedido de ir buscar, mas mal sabe elas que não levei doces ou compotas, mas em compensação ganhei BANANAAAAA!!!











