
Contos eróticos com fotos e gifs: Comendo a professora particular
Hoje tenho 29 anos, me chamo Leandro, sou casado e tenho um filho, mas o que aconteceu comigo quando eu tinha 18 anos foi inesquecível e compartilharei com vocês.
Sou de classe media alta do Rio de Janeiro e na minha adolescência fazia aula particular de inglês na minha casa. Meus pais sempre deram muito valor a educação e eu sou muito grato por isso. Minha professora tinha 43 anos na época, mas era muito bonita e chamava a atenção. Morena, aproximadamente 1,70m de altura, corpo com tudo no lugar, seios fartos, bunda linda, elegante e muito séria. Seu marido havia morrido há 5 anos e depois descobri que desde então ela nunca esteve com outro homem. Eu sentia muita atração por ela e sempre me masturbava pensando nela.
Sou de classe media alta do Rio de Janeiro e na minha adolescência fazia aula particular de inglês na minha casa. Meus pais sempre deram muito valor a educação e eu sou muito grato por isso. Minha professora tinha 43 anos na época, mas era muito bonita e chamava a atenção. Morena, aproximadamente 1,70m de altura, corpo com tudo no lugar, seios fartos, bunda linda, elegante e muito séria. Seu marido havia morrido há 5 anos e depois descobri que desde então ela nunca esteve com outro homem. Eu sentia muita atração por ela e sempre me masturbava pensando nela.
Era uma quarta-feira a tarde. Meus pais trabalhavam, então eu ficava sozinho com a empregada em casa. Ela chegou para me dar aula, eu estava no banho e quem abriu a porta foi a empregada. Quando saí do banho só de toalha (Malho desde os 18 anos e tenho um corpo em forma até hoje) e entrei no meu quarto. Fiquei surpreso ao vê-la ali, pedi desculpas, peguei uma bermuda e uma camisa no armário, fui me vestir e voltei para começarmos a aula.
Começamos a aula. Ela tava com um vestido preto um pouco acima do joelho que quando ela sentava, mostrava parte da sua perna. Eu tentava não olhar, mas não conseguia controlar meus instintos. Não sei se ela percebeu.
Num determinado momento da aula, ela colocou sua mão na minha perna para tirar uma dúvida minha. Aquilo mexeu comigo, mas eu fingia que estava tudo normal. O problema foi que ela não tirou mais a mão dali e eu estava ficando cada vez mais constrangido e excitado.
Meus pensamentos já não eram mais inglês. Eu queria arrancar aquele vestido e transar com ela até não aguentar mais, mas claro que continue fingindo que prestava atenção na aula.
Num suspiro de ousadia, coloquei minha mão na sua perna também. Como ela tava de vestido, minha mão tocou diretamente sua pele. Ela não fez nenhum comentário e não esboçou nenhuma reação. Continuou dando aula como se nada tivesse acontecendo, com a minha mão na perna dela e a mão dela na minha.
Eu não sabia o que fazer ou pensar, mas não queria que aquilo acabasse. Eu estava com a mão na parte interna da coxa da minha professora particular. Como tinha medo dela mandar eu tirar a mão dali, passei a subir minha mão muito devagar, bem aos poucos, milímetros quase imperceptíveis. Em 10 minutos, não tinha avançado nem um palmo na direção da calcinha dela, mas minha mão continuava ali e ela não reclamava.
Continuei nesse processo lento de tentar tocar a calcinha num jogo de sedução maravilhoso. Eu estava com o membro completamente duro, ela com a mão na minha coxa, eu com minha mão já dentro do vestido dela. Só de lembrar, fico completamente excitado.
A aula foi seguindo até que minha mão chegou perto da virilha dela. Nesse momento ou eu ia em frente ou desistia. Foi aí que ela abriu mais um pouquinho as pernas e eu não pensei duas vezes: acariciei a bucetinha dela por cima da calcinha, que tava completamente melada como eu nunca vi. Ela fechou os olhos, eu então beijei sua boca sem tirar minha mão de lá, a conduzi até a cama, continue beijando-a é tocando seu corpo.
Fui descendo meus beijos. Cheguei ao pescoço, soltei as alças do vestido, o deixei cair e seus seios ficaram a mostra. Passei a acariciar e beijar aqueles seios. Pra mim tudo aquilo era um sonho, melhor ainda sabendo que ela estava totalmente entregue.
Depois fui descendo pela sua barriga, cheguei próximo a calcinha, mas pulei essa parte e fui direto pra sua perna. Fiz carinho, massagem, beijos até chegar ao seu pé e voltei fazendo todo o trabalho de novo. Quando cheguei novamente perto da calcinha, pulso direto pra outra perna e fiz tudo novamente. Percebi que isso a deixava com mais vontade.
Quando cheguei na sua virilha novamente, coloquei a sua calcinha de lado e vi uma bucetinha com pelos. Percebi que ela já não se cuidava mais, mas pude ver como estava molhada. Coloquei minha boca próxima a sua buceta, mas não toquei. Deixei ela sentir minha respiração quente. Ela começou a se contorcer procurando minha boca com sua buceta. Era a minha professora 26 anos mais velha que eu, implorando para eu lhe dar prazer. Que sonho!
Acabei com a tortura e comecei a chupar e lamber aquela buceta que não transava há 5 anos. Ela se esfregava na minha cara e gemia muito. Para abafar o barulho e minha empregada não perceber, coloquei um filme em inglês na TV no volume máximo, assim ela pensaria que era um dos filmes que a professora colocava pra eu ver.
Tinha apenas 17 anos, mas tinha experiência em sexo. Sempre andei com meninos mais velhos e iniciei bem cedo. Percebi que eu poderia fazer o que quisesse ali com ela que ela não mandaria eu parar.
Pedi pra ela virar, coloquei ela de 4 com a bunda bem empinada e baixei sua calcinha só até a altura um pouco acima do joelho. Passei a chupar a bucetinha dela assim, com ela de 4 toda empinada. Ela não parava de gemer e falar: “ai que coisa boa”, “não para por favor”, “chupa mais”… Eu segurava na sua bunda, abria bem sua bucetinha e brincava com minha língua no seu clitóris, fazendo ela gemer mais.
Depois de um bom tempo assim, tirei toda minha roupa, tirei o restante da calcinha dela, me deitei e pedi pra ela chupar meu pau e colocar a buceta dela na minha boca. Ela disse que não, que tinha vergonha, mas com jeitinho direcionei sua boquinha pro meu pau e coloquei ela sentada na minha boca. Ficamos assim num 69 maravilhoso. Ela chupando meu pau e eu com a bucetinha dela no meu rosto, até que ela parou e nessa posição mesmo, sentada de costas pra mim, se colocou em cima do meu pau e passou a esfregá-lo na sua buceta completamente molhada, sem enfiá-lo.
Eu queria meter, mas ela disse que não queria que eu a penetrasse porque desde a morte do seu marido ela nunca mais fez sexo e estava com medo. Eu tava ficando maluco! Ela segurava meu pau e esfregava a cabeça por toda a extensão da sua buceta, mas não enfiava. Ela gemia muito e falou: “não estou aguentando, vou colocar só a cabecinha, mas não enfia por favor”.
Ela colocou a cabecinha e eu, claro, fiquei forçando pro meu pau entrar todo. Eu vi que ela queria, mas tava com receio, então eu passei a encorajá-la. Enquanto a segurava pela cintura e forçava meu pau pra entrar bem devagarzinho, falei: “não tenha medo. Sente ele entrando na sua bucetinha bem devagar”.
Como ela sentada de costas pra mim, eu vi meu pau entrando centímetro por centímetro naquela bucetinha melada. Até que entrou tudo e ela começou a rebolar e quicar como uma mulher que está sentindo aquele prazer pela primeira vez. Ela gemia muito e dizia: “ai meu deus! Como isso é bom! Seu pau está dentro de mim bem fundo!”.
Ficamos nessa posição um tempo, até que coloquei ela de 4 novamente. Meti nela assim. Já fazíamos um sexo mais selvagem. Eu metia com força e ela pedia mais. O prazer tomou conta dela e ela já se comportava como uma devassa pedindo pra ser arrombada.
Ao lado da minha cama tinha uma gaveta onde eu guardava um ky que eu usava pra fazer sexo anal na minha namorada. Com ela de 4 fora de si e sem ver o que eu fazia, estiquei minha mão, abri a gaveta e peguei o ky, deixando preparado se ela aceitasse. Enquanto metia na bucetinha, comecei a passar o dedinho na portinha do cuzinho dela. Vi que ela não disse nada e passou a rebolar e gemer mais.
Metia forte e brincava com o dedo na portinha do cuzinho. Comecei a forçar um pouquinho o dedo e percebi que era muito apertado. Continuei metendo, abri o KY, passei no dedo e forcei mais um pouquinho, dessa vez foi entrando com dificuldade com a ajuda do KY. Poucos segundos assim e ela começou a dizer: “ninguém nunca fez isso! Ai.. Vou gozar! Assim eu vou gozar!”. Ela então começou a tremer e teve um orgasmo que até hoje eu não vi uma mulher ter. Ela desabou na cama deitada de bruços.
Eu ainda não havia gozado e ele continuava duro, mas entendi que ela precisava de descanso e fiquei fazendo carinho nas suas costas enquanto ela se recuperava. Ficamos assim, sem ela dizer uma palavra. Ela deitada nua de bruços apagada e eu ao lado acariciando suas costas e querendo mais.
Passados uns 10 minutos assim, tentei seduzi-la de novo. Comecei acariciando sua bunda, fazendo carinho em suas nádegas. Beijava sua orelha, seu pescoço. Coloquei o dedo de novo na porta do seu cuzinho e fiquei mexendo ali, fazendo movimentos circulares na portinha sem enfiar. Percebi que ela passou a respirar mais forte. O cuzinho ainda tava melado de KY, então forcei um pouquinho pra meteoro dedinho e ele entrou. Era bem apertadinho. Fiquei com o dedo ali, beijando-a no rosto, ouvido e pescoço.
Quando vi que ela tava gostando, me posicionei atrás dela e apontei a cabecinha do meu pau pra entrada do cuzinho dela. Fiquei brincando sem enfiar e ela passou a mexer o quadril também, dando sinais de que tava adorando a sacanagem. Peguei o KY, passei no meu pau e mais um pouco na bundinha dela, depois voltei a brincar com a cabecinha na portinha de trás dela. Dessa vez passei a pressionar um pouquinho e a cabeça do meu pau entrou com um pouquinho de dificuldade. Fiquei posicionado assim, so com a cabecinha naquele cuzinho virgem pra ela ir se acostumando.
Ela rebolava bem devagar e falou: “hummm.. Ta doendo um pouquinho, mas tá gostoso! Continua assim com carinho que eu nunca fiz isso!”. Continuei so com a cabecinha, mas passei a forçar mais um pouquinho. Meu pau foi invadindo aquele cuzinho aos poucos. Eu beijava seu pescoço, fazia carinho na sua nuca e falei: “se você quiser que eu pare, eu paro”. Assim que ela ouviu isso ela empinou a bunda, meu pau entrou todo e ela disse: “se vc tirar, eu te mato!”
Nossa, eu tava louco já e seria difícil segurar meu orgasmo por muito mais tempo. Então eu peguei a mãozinha dela, coloquei na buceta dela e fiquei massageando seu clitóris junto com ela. Assim que ela começou a se masturbar enquanto eu metia atrás, ela passou a gemer mais alto e dizer alguns palavrões: “ai.. Me fode! Come a sua professora! Me faz gozar!”
Eu já não aguentando mais, escutei: “ai ai.. To gozaaaaandoooo!”. Foi a deixa para mim. Tirei meu pau do cuzinho dela e gozei muito deixando as costas dela toda suja de porra.
Depois de recuperado, peguei uma toalha, limpei as costas dela, ela se vestiu, conversamos sobre aquilo, ela me pediu para nunca contar pra ninguém e falou que ia indicar outro professor para me dar aula, pois não conseguiria mais.












